Está disponível no site do Movimento o documentário “A Palavra Conta”, que fez parte da Campanha por um Brasil Literário no início do Movimento. No acervo de vídeos do site, é possível encontrar vinhetas produzidas para a campanha.

Na ocasião, o documentário foi distribuído para todas as secretarias de educação e cultura do país (2011), sensibilizou pessoas e instituições em diferentes municípios brasileiros que  decidiram fundar seus movimentos locais.

A Secretaria Municipal de Educação de Alta Floresta (MT),  após receber o documentário e o Manifesto por um Brasil Literário, decidiu organizar o “Manifesto por uma Alta Floresta Leitora”. Já em 2012, a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro distribuiu 1400 cópias do documentário em escolas, creches e bibliotecas, além de 10 Coordenadorias Regionais de Educação.

Na Secretaria Municipal de Educação de Nova Iguaçu, o Manifesto foi distribuído para todas as escolas e foi promovido um debate sobre o documentário junto aos professores da rede.  Inspirado no MBL, foi lançado o Manifesto por um Rio Grande do Norte de Leitores e o Manifesto por uma Paraíba de Leitores.

Ainda, podemos registrar algumas  manifestações espontâneas de leitura do Manifesto em eventos que ocorreram em Roraima, Campos de Goitacazes, São Luiz, João Pessoa e Miguel Pereira. Também disseminou seu convite à formação de leitores críticos por meio de vinhetas veiculadas na televisão, em horário especial, na Rede Globo. Todas estas iniciativas são o resultado de uma semente plantada pelo movimento e todas as pessoas envolvidas.

Dirigido por Duto Sperry e Leo Gambera, o documentário conta com a participação do escritor brasileiro e autor do Manifesto por um Brasil literário, Bartolomeu Campos de Queirós. O filme é fruto de parceria entre o Movimento por um Brasil literário e a produtora Java 2G, com o apoio do Instituto C&A.

Confira!

Uma Resposta para “Documentário “A Palavra Conta” escreve um pouco da história do Movimento por um Brasil literário”

  • Maria Jacintha sauerbronn de mello | Maria Jacintha sauerbronn de mello

    A leitura da fome começou a ser rascunhada, embora a fome de leitura ainda permaneça adormecida ..até porque envolve interesses outros…
    De qualquer forma, mesmo com a utilização de uma linguagem meio truncada, os meios de comunicação têm permitido certa conscientização ao povo que se vale da internet para se informar sobre os acontecimentos ao redor do mundo, muito embora não lhes permita uma formação do espírito crítico, e discernimento necessários. ..
    A leitura literária ainda está meio inacessível ao povo, principalmente pelo alto custo da educação de qualidade, privilégio da pequena minoria, o que impede um conhecimento mais profundo dos interesses que norteiam as políticas socio-economicas no mundo hegemônico.
    Maria Jacintha

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